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Vacina contra rotavírus, meu bebê deve mesmo tomar? Saiba as indicações.

Vacina contra rotavírus, meu bebê deve mesmo tomar? Saiba as indicações.

Os cuidados com os bebês exigem muita atenção. Sempre tão zelosas, as mamães estão sempre preocupadas com a saúde da criança, acompanhando a cada visita ao pediatra e, principalmente, controlando a caderneta de vacina. E é nesta hora, mesmo com o coração partido por causa do choro dos pequenos, que é preciso saber mais a respeito dos medicamentos e precauções que soluções como a vacina rotavírus causa.

Vacina contra rotavírus, meu bebê deve mesmo tomar? Saiba as indicações.

Vacina rotavírus, ou, como é conhecida, como monovalente ou pentavalente, é uma proteção de crianças de até seis meses contra cinco subtipos de vírus. A administração dessa vacina é encontrada apenas na rede privada de saúde, sendo geralmente disponibilizada pelo convênio médico de pacientes.

As mamães têm muitas dúvidas acerca de como esse vírus é contraído e, também, como se manifesta, sua administração e muitos outros detalhes, que você confere abaixo:

A vacina rotavírus deve ser aplicada em bebês de até seis meses de vida. Essa aplicação é feita em três dosagens, começando pela primeira dosagem aos dois meses de vida do bebê, passando para a segunda dosagem com quatro meses de vida e a última, encerrando a vacina, quando a criança completa seis meses de vida.

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Mesmo com essa “simplicidade”, há ainda contraindicações e precauções que devem ser levadas em conta na aplicação. Uma delas é que as dosagens da vacina devem ser feitas com no mínimo 30 dias. Essa observação é uma limitação para pessoas que, por algum motivo, acabem por decidir aplicar duas ou mais dosagens num intervalo de tempo inferior a este período.

Vacina contra rotavírus, meu bebê deve mesmo tomar? Saiba as indicações.

Há casos em que a primeira dosagem já acarrete em algum efeito colateral. Alguns bebês não aceitam a vacina e acabam regurgitando, vomitando ou simplesmente cuspindo a vacina. Nesses casos, os médicos e profissionais alertam para não repetir a dosagem da vacina, sendo considerada a dose como válida.

O rotavírus causa vômito, diarreia e febre alta. Em alguns casos, náuseas e dores abdominais também são características podem acarretar, até, em dificuldades na respiração.

E assim como qualquer outra, a vacina rotavírus também possui contraindicações. A primeira e maior contraindicação é a respeito do período da vacina, que deve ser aplicada somente quando o bebê estiver dentro da faixa etária categorizada como preconizada. Outras contraindicações são casos identificados de imunodeficiência, assim como casos de doença gastrointestinal crônica e, também, em caso de haver hipersensibilidade.

Apesar de toda a quantidade de informações disponíveis, a vacina rotavírus ainda é muito controversa. Isso porque os próprios profissionais da área se dividem a respeito da vacina por diferentes motivos.

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A vacina rotavírus é considerada razoavelmente nova, com aplicação em alguns países no início da década dos anos 2000. Apesar do alto índice de eficácia em muitos países, alguns profissionais afirmam que as reações à vacina, quando muito fortes, levam a casos de cirurgia e internação. Enquanto outros argumentam que o período em que se atestaria a eficácia da vacina, na verdade, é somente após a fase preconizada.

Pediatras também contestam a eficácia pelo próprio índice de imunização da vacina. Entre essas, há um consenso acerca de vacinas com índice de vacinação abaixo de 90%. Neste caso, essas vacinas são consideradas como apenas razoáveis na imunização. A vacina rotavírus foi classificada como índice de imunização de 85% em casos de diarreia grave, o que já é baixo. Para os casos de diarreia menos grave, esse número é ainda menor, chegando a 70%.

vacina rotavirus

Alguns pais optam por não dar a vacina rotavírus, que na rede pública é chamada de monovalente, enquanto, na rede privada, é a pentavalente. Entretanto, é importante ressaltar que a vacina rotavírus se tornou obrigatória dentro da caderneta de vacinação infantil, sendo necessária para aceitação do bebê em alguns ambientes, como por exemplo, creche.

E mesmo com essa polêmica, o próprio Ministério da Saúde se posicional acerca da vacina rotavírus, garantindo que ela atende aos requisitos exigidos e é uma forma de proteção para o bebê e para a família, ao mesmo tempo em que colabora no intuito de erradicar o rotavírus.

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