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Mãe universitária e agora? Como lidar com essa situação?

Mãe universitária e agora? Como lidar com essa situação?

Tornar-se mãe é uma experiência única e a maternidade traz responsabilidades à vida da mulher. Além das mudanças físicas e emocionais, algumas mães podem enfrentar problemas ao ter que continuar os estudos e cuidar do seu filho.

Mãe Universitária

Muitas mulheres podem não ter com quem deixar seu recém-nascido e a mãe universitária pode enfrentar preconceitos e dificuldades. Muitas mães podem desconhecer que a jornada a ser trilhada neste caminho será de luta.

Ela enfrentará alguns obstáculos, que vão desde o desconhecimento dos principais direitos, tanto por parte da mãe universitária, quanto pelas instituições, chegando até o simples preconceito.

No Brasil, apesar de muitos discursos de inclusão, o preconceito e falta de paciência por parte dos professores e colegas de classe existem. Ser mãe e universitária é um desafio, além das preocupações habituais. Algumas pessoas acabam por demonstrar esse sentimento ao incentivar a mãe universitária a trancar o curso, em nome da saúde da própria mãe e do bebê. Além das instituições não dar apoio e fornecer qualquer tipo de suporte.

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O discurso dos colegas pode ser interpretado de várias maneiras, mas, ainda que seja uma real preocupação com a mãe, ao mesmo tempo, ele se sobrepõe aos possíveis desejos e planos da mãe universitária em continuar seus estudos.

Conheça seus direitos

Ainda que a lei brasileira ampare as mães universitárias, muitas instituições de ensino ainda desconhecem ou simplesmente ignoram tal lei, criando entraves para que a estudante consiga manter o curso letivo e cuide de seu filho.

. A lei 6.202, de 1975, ampara as mães universitárias para que elas possam assistir às aulas, realizar provas e cumprir o calendário da instituição em casa, a partir do oitavo mês de gestão, durante uma licença que dura o período de três meses. Depois desse período, ele pode ser revogado a partir de atestado médico.

Mãe Universitária

É o suficiente?

Muitas mães alegam que esse é um período muito curto para que seja realizada uma recuperação plena e, por conseguinte, dividir a atenção entre cuidar do bebê e conseguir estudar. As dificuldades surgem antes mesmo das supostas regras e burocracias da universidade, mas do próprio desamparo social.

Segundo especialistas, as leis se sobrepõem a qualquer regra interna das instituições de ensino. Tanto a licença solicitada a partir do oitavo mês de gestação, quanto outras obrigações devem ser de conhecimento da mãe e também da universidade, como o direito à amamentação junto ao direito à educação presencial.

A junção desses dois direitos faz com que a universidade esteja preparada para fornecer tanto a aula presencial, com o acompanhamento do bebê de colo, disponibilizando os meios para tal e, também, métodos que garantam que a mãe, se afastada, continue cumprindo o calendário escolar sem quaisquer problemas.

Os meios de avaliações, trabalhos e cumprimento do calendário serão garantidos e não são discriminados pela lei. Cabendo, geralmente, à universidade e à mãe chegarem a um acordo que estabeleça as condições possíveis para tal.

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