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Alimentos de caixinha: Dar ou não dar para as crianças?

Alimentos de caixinha: Dar ou não dar para as crianças?

A dúvida a respeito dos alimentos de caixinha permanece forte nos dias atuais. Dividindo a questão da praticidade presente nos alimentos prontos entre o cuidado mais próximo com relação à qualidade do que a criança está comendo ou bebendo, os alimentos de caixinha estão sempre em pauta, dividindo opiniões e aumentando as dúvidas dos pais.

E fica a questão: pode ou não dar alimentos industrializados para as crianças?

Apesar de a resposta parecer difícil, os especialistas são categóricos: os famosos alimentos de caixinha são prejudiciais para a criança. Mesmo com a grande variedade de produtos no mercado, é possível dizer que a maior parte é feita de produtos que não são recomendados para os pequenos.

Alimentos de caixinha: Dar ou não dar para as crianças?

Esses alimentos de caixinha são considerados maléficos, primeiramente, por serem grandes responsáveis pela obesidade infantil. Açúcares e sódio são os maiores vilões e, ao mesmo tempo, são os que mais estão presentes nesses tipos de produtos. O problema maior está na quantidade que é geralmente muito alta e, a pior parte, a indústria trabalha para deixar esses produtos saborosos e altamente infantis.

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Antes de se aprofundar nesta questão, há também, talvez, o fator mais destrutivo que os alimentos de caixinha causam: a cultura alimentar. Uma criança que cresce bebendo refrigerantes, por exemplo, tem muito mais dificuldade para abandonar a bebida quando crescida. Não é necessário usar o termo “vício”, mas o gosto pelo doce da bebida pode estipular um padrão que irá se repetir até a vida adulta: bebidas com muito açúcar.

Com isso, os pais devem se atentar e fazer o máximo para manter os pequenos longe dos alimentos de caixinha. Mesmo que em apenas uma refeição, às vezes um suco de caixinha tem quantidade mais do que suficiente para a porção de açúcar necessária para uma criança. Somando-se essa quantidade a todas as outras que ele consumirá durante todo o dia, o balanceamento dos alimentos sugerido pelos especialistas acaba descontrolado.

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E, seguindo o raciocínio da influência, a experimentação diária desses produtos transforma o costume e faz com que tal tipo de produto faça parte do cardápio.

Além da preocupação com o vício, há algo muito mais complicado, que é a questão da intoxicação alimentar. O controle acerca do que há na composição dos alimentos é feito com base na total crença de que a empresa, distribuidores e vendedores realizem todos os procedimentos de preparo, armazenamento e exposição do alimento da maneira correta.

Um caso recente, da criança de dois anos que faleceu após o consumo de achocolatado de caixinha trouxe a discussão ainda mais à tona. Apesar de o caso ter sido esclarecido e a real causa da morte ter sido por conta da ingestão de um veneno inserido diretamente no conteúdo da embalagem, o alerta para os alimentos de caixinha ainda permanecem.

A solução é: procurar consumir o máximo possível de produtos naturais e que tenham manipulação feita em casa. Atualmente, há muitas opções de produtos naturais, integrais e que têm como foco oferecer uma solução saudável para crianças e adultos.

Alimentos de caixinha: Dar ou não dar para as crianças?

Para os pais, o principal conselho dado pelos especialistas é observar de perto o comportamento da criança. Não se trata apenas de perceber o que ele come, mas também de acompanhar hábitos como a permanência em frente a TV. Durante poucos minutos de televisão é possível ser bombardeado por inúmeras propagandas de alimentos industrializados, sendo oferecidos como sinônimo de diversão, já que estão comumente associados a personagens de TV e brinquedos, tão atrativos para este público.

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